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F.C. PORTO: Helton; Maicon, Rolando, Otamendi e Alvaro Pereira; Belluschi, Fernando e João Moutinho; Silvestre Varela, Kléber e James Rodríguez.Etiquetas: Alex Sandro, Cristian Rodriguez, Djalma, Emídio Rafael, época 2011/12, FC Porto, Guarin, Hulk, Iturbe, James Rodriguez, Kléber, lesão, Thibaut Vion, Varela, Vitor Pereira
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O FC Porto encerrou 2011, um ano cheio de conquistas, com mais uma vitória. O protagonista não foi surpreendente: o "Incrível" Hulk entrou em campo na segunda parte para "carimbar" uma vitória por 2-1, no terreno do Paços de Ferreira. O triunfo foi para a Taça da Liga, uma competição que pode não ser prioritária, mas em que os azuis e brancos entram naturalmente para triunfar.
Com Varela posicionado mais sobre o meio, os azuis e brancos conseguiram chegar por várias vezes às imediações da área dos pacenses, controlando a partida. No entanto, o Paços de Ferreira empatou na primeira vez em que fez a bola chegar à área portista. William acorreu a uma defesa incompleta de Bracali e fez o 1-1. Os locais equilibraram então a partida, muito disputada a meio campo. O FC Porto, cum uma frente de ataque muito móvel – Djalma, Varela, Rodríguez e Kléber trocavam frequentemente de posição – terá acusado alguma falta de entrosamento. Mangala, Alex Sandro, Souza ou Rodríguez não têm actuado muitas vezes esta época.
Moutinho entrou em campo ao intervalo, recuando Djalma para o posto de lateral-direito. Era uma aposta de ataque a que Cristian Rodríguez quase dava sequência, aos49 minutos, mas Cássio desviou o remate para canto. Em todo o segundo tempo, apenas Melgarejo, aos 60 minutos – num lance que parece precedido de falta sobre João Moutinho -, colocou em perigo as redes de Bracali.
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O argentino vinha de cinco jogos consecutivos a titular e nem sequer foi utilizado nos dois jogos pós-Coimbra. Defour conquistou-lhe o lugar e, com o belga a titular, a equipa vence sempre. É contra este pé quente que o argentino terá de lutar, uma vez que o outro médio que disputa o lugar - Guarín - está lesionado. Para já, é um dos jogadores que mais saem chamuscados do descalabro contra a Académica.
A época já não lhe estava a correr de feição e o extremo até se lembra bem de já ter ficado fora das opções e muitas vezes ser apenas utilizado como suplente. Mas antes da Académica contava quatro titularidades em cinco partidas, naquele que foi o seu período mais constante da época. Pelos vistos, acumulou poucos créditos e perdeu o lugar para Varela, somando escassos dez minutos na Ucrânia.
Depois da redenção - Vítor Pereira chegou a dizer que o teria inscrito na Champions - o brasileiro voltou a perder o lugar. Se em Donetsk não podia jogar, contra o Braga ficou fora da convocatória por opção, sinal de que o estado de graça já lá vai e de que Kléber o voltou a ultrapassar. Mas o problema dos pontas-de-lança tem um nome, por sinal bem curto: Hulk. Etiquetas: Belluschi, época 2011/12, FC Porto, Varela, Walter
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Ponto prévio: desconfie dos números, aparentemente excessivos num enfoque exclusivo à primeira parte e manifestamente curtos na análise restrita à segunda, porque com Moutinho, James e Kléber foi diferente. Mais do que isso, porque é com intérpretes que se conta a história de um jogo, ainda que desenhado por altos e baixos. Mesmo assim, aos soluços, o campeão goleou (3-0).
tre a réplica pacense, a apelar repetidamente à velocidade, Varela quase surpreendeu Cássio, que evitou a vantagem portista numa tentativa de chapéu, que chegou a esbarrar na trave. O assédio oscilante do campeão, ainda em busca da dinâmica perfeita, multiplicou as situações aflitivas na área adversária, ao ponto de Melgarejo, por ironia cedido pelo Benfica, introduzir a bola na baliza que então defendia.
imeiro golo carrega, a vitória que mantém os Dragões na liderança da Liga acaba por parecer escassa, sobretudo se analisada à luz do número de oportunidades de golo criadas, em particular na segunda parte.Etiquetas: Álvaro Pereira, Belluschi, época 2011/12, FC Porto, James Rodriguez, João Moutinho, Kléber, Varela
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O empate (1-1) não satisfaz, nem compromete. E fica longe de retratar com rigor a superioridade portista, expressa em todos os capítulos de um jogo que se decidiu no hiato de seis minutos, num intervalo demasiado curto para um encontro que só “fechou” no último suspiro. Mas o grupo permanece em aberto, com a qualificação para os “oitavos” da Champions ao alcance dos Dragões.
o única, mas a sugestão não resistiu ao único remate dos cipriotas à baliza de Helton, em toda a primeira parte.
género de assédio absoluto e assumido, até porque os cipriotas mantinham o modo de contra-ataque ligado, uma ameaça que manteve Helton em alerta até ao último instante, segurando o empate, que, só por si, já é castigo pesado.
e Frédéric CanoEtiquetas: Champions League, Defour, época 2011/12, FC Porto, Helton, Hulk, Kléber, Varela
O FC Porto garantiu este sábado o apuramento para a quarta eliminatória da Taça de Portugal, depois de golear o Pero Pinheiro, em Sintra, por 8-0. Walter, por quatro vezes, Djalma por duas, Defour e Varela marcaram os golos dos campeões nacionais.
u quatro golos, para além de uma série infindável de tabelas com os companheiros.
de Iturbe.
Outubro de 2011Etiquetas: Alex Sandro, Belluschi, Defour, Djalma, época 2011/12, FC Porto, Iturbe, Kadu, Mangala, Taça de Portugal, Varela, Walter
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Vítor Pereira já contou com João Moutinho, Rolando, Varela, Defour e Mangala na sessão de trabalho desta quinta-feira do FC Porto, que continua a ensaiar, no Olival, o desafio da terceira eliminatória da Taça de Portugal, aguardando ainda pelos regressos dos jogadores sul-americanos, nomeadamente Alvaro Pereira, Cristian Rodríguez, Fucile, Guarín, James, Hulk e Otamendi.Etiquetas: Alex Sandro, Alvaro Pereira, Cristian Rodriguez, Defour, Fucile, Guarin, Hulk, James, João Moutinho, Kléber, Mangala, Otamendi, Rolando, Varela, Vitor Pereira
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Deveria ter sido diferente, deveria ter ganho o melhor. Mas o jogo também se faz de fortuna e se decide, por vezes, na falta dela. Ou mesmo em perdões absurdos, que ajudam a contar a história de um empate acidental (2-2), permitindo marcar a quem escapou incólume à autoria de uma agressão, num lapso ridículo e gritante que transformou o vilão em herói. Foi assim, mas não deveria ter sido.
Numa audaciosa variante ofensiva, Helton e Varela colocaram Fucile diante do golo, que Artur negou com uma defesa inesperada, devolvendo os adeptos aos seus lugares. Desde o começo, tinham passado 28 minutos. Mais nove em cima e não pôde impedir os adeptos portistas de festejar o primeiro golo de Kléber num clássico. Bastou um toque subtil, para desviar um livre de Guarín para o fundo das redes.
O jogo quebrar-se-ia, contudo, partindo-se em dois na especial predilecção encarnada pelo contra-ataque, a que fica bem apelidar, com preciosismo e até algum requinte, de transição rápida, para atenuar a carga negativa de um processo que prescinde do momento da concepção. FC Porto e Benfica ameaçaram à vez, até que Saviola marcou, deixando apenas oito minutos para os Dragões evitarem a repartição de pontos que nenhum dos opositores fez por merecer.Etiquetas: época 2011/12, FC Porto, Fucile, Guarin, Helton, Hulk, Kléber, Otamendi, Varela